Originado por cruzamento seletivo da espécie selvagem, conhecida como “Pombo das rochas” sendo muito comum nos grandes centros urbanos devido à grande oferta de abrigo e ausência de predadores naturais, a espécie Columba livia se adaptou muito bem após sua introdução no século XVI pela família real portuguesa. Classificada como espécie exótica e invasora, o animal compete em território brasileiro demais espécies nativas (Claravis sp.; Columbina sp.; Geotrygon sp.; Leptotila sp.; Patagioenas sp.; Uropelia sp.; Zenaida sp.)

Seu controle é de extrema importância, tendo em vista sua grande capacidade de disseminar doenças (Criptococose, Histoplasmose, Newcastle e demais encefalites virais).
No Brasil contamos com aproximadamente 178 espécies dentre as 18 famílias que compõem a ordem Chiroptera. Considerado um grupo chave para o reflorestamento de áreas degradas e as espécies alvo de controle por serem nativas, são protegidas por meio das legislações : LEI N° 5.197/1967 e LEI Nº 9.605/1998.
Compõem a fauna sinantrópica, pelo fato de serem hospedeiros mais relacionados ao vírus da raiva, algumas espécies formam grandes colônias e se adaptaram muito bem ao meio urbano, se aproveitando de recursos de maneira temporária ou permanente, basicamente oferta de abrigos e alimentos (insetos e frutos).

Contamos com uma equipe técnica capacitada para efetuar o manejo com esses organismos, uma vez que, são excelentes dispersores sementes, polinização de cerca de 2/3 das florestas tropicais do mundo, além do controle biológico de populações de pragas agrícolas.
Enfatizamos que para este grupo, nossos serviços englobam o afugentamento com o uso de Griffin traps, poda de árvores frutíferas, vedação e o processo de limpeza e higienização nas áreas afetadas com excrementos da qual denominamos guano. Cabendo salientar que a utilização de demais medidas, como captura dos espécimes e sua realocação, estará sujeita a demais autorizações.
Procedimento é normatizado pela Instrução Normativa n° 146/2007 & Instrução Normativa n° 179/2008 do Ibama. Nesta, estabeleceram-se uma série de exigências, critérios e padronização de procedimentos relativos à fauna nos licenciamentos ambientais.

Contamos com uma equipe interdsciplinar de biológos e veterinários registrados em seus respectivos conselhos de classe, para execução dessas atividades, que abrange as seguintes etapas:
• Acionamento da equipe técnica/operacional até o local de destino
• Efetuada a captura do espécime (silvestre ou doméstico) em consonância com portaria do CFBIO N°148/2012.
• Realizado o transporte adequado para o respectivo grupo taxonomico (se silvestre com emissão de GTA e ATI-IBAMA, exceto aves).
• Ao chegar, é feito um processo de triagem para que o animal seja encaminhado a uma unidade veterinária.
• Após exames laboratoriais, são acondicionados em recintos para que tenham uma alimentação e suplementação adequada.
• Acompanhados durante todo o processo de tratamento por profissionais habilitados e capacitados.
• Esses animais são reintroduzidos na natureza caso seja silvestre , e os domésticos recebem um lar para adoção.
Devido as intervenções antrópicas causadas, impactarem de forma significativa o meio ambiente, incluindo o fluxo gênico, composição e abundância de diversos táxons que permeiam a região, isso pode também influenciar na chegada de espécies exóticas com potencial de invasão, causando prejuízos as espécies nativas.

Muitas espécies são excelentes bioindicadores, ou seja possuem uma grande sensibilidade a mudanças ambientais e são essenciais para compreensão da qualidade de um ecossistema.
Efetuamos esse serviço com uma equipe de biólogos habilitados e especializados para cada grupo de fauna, a marcação, captura que resulte no monitoramento desses indivíduos será em conformidade com Resolução N°301/2012 e Portaria CFBIO N°148/2012. Abrangendo em seu escopo técnico, as áreas de influência direta (AID), de influência indireta (AII) e as áreas diretamente afetadas (ADA) do empreendimento em questão.
O manejo de fauna na área aeroportuária é essencial para que possa evitar o risco aviário e garantir a segurança operacional, devido ao nível de sua severidade, caso ocorra algum acidente envolvendo a colisão da avifauna local com uma das aeronaves que estejam em processo de pouso, decolagem ou apenas taxiamento.
O ambiente aeroportuário, por possuir extensas áreas com pouca ou nenhuma presença humana e estruturas que forneçam abrigo, torna-se um ambiente propício para dispersão e residência com uma gama de atrativos.

Neste cenário, a ECOLOGIS oferece serviços de manejo de fauna abrangendo um conjunto de soluções ambientais para garantir a segurança aeroportuária, colaborando com a investigação dos focos de atração de fauna no sítio aeroportuário e ASA. A tática de manejo eficiente e que abordamos, são essas as seguintes 3 vias de nosso plano de ação que envolvem:
• Modificação do habitat, identificando e eliminando os focos atrativos
• Técnicas para dispersão da avifauna, como uso de falocaria e repelentes
• Manejo da população residente
Atuação dentro das regulamentações vigentes (RESOLUÇÃO CONAMA Nº 466/2015; LEI Nº 12.725/2012; Instrução Suplementar 164-001/2015; RBAC-ANAC Nº 153 EMENDA Nº07), dentre as nossas entregas, estão:
• CENSO ASA – Realizado a partir do centro geométrico da maior pista do aeródromo, com 20 km (vinte quilômetros) de raio.
• PMFA – Plano de Manejo da Fauna em Aeródromos
• PGRF – Programa de Gerenciamento do Risco de Fauna
• IPF – Identificação do Perigo de Fauna
• ARF – Análise de Risco de Fauna
Neste setor, nos comprometemos com a preservação ambiental e o equilíbrio ecológico, realiza o manejo de fauna de forma responsável e alinhada aos princípios de sustentabilidade, promovendo ações que respeitam tanto o bem-estar dos animais quanto os ecossistemas naturais.
Nosso trabalho diretamente relacionado com várias das Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ODS 3, ODS 13; ODS 14 e ODS 15)
Originado por cruzamento seletivo da espécie selvagem, conhecida como “Pombo das rochas” sendo muito comum nos grandes centros urbanos devido à grande oferta de abrigo e ausência de predadores naturais, a espécie Columba livia se adaptou muito bem após sua introdução no século XVI pela família real portuguesa. Classificada como espécie exótica e invasora, o animal compete em território brasileiro demais espécies nativas (Claravis sp.; Columbina sp.; Geotrygon sp.; Leptotila sp.; Patagioenas sp.; Uropelia sp.; Zenaida sp.)

Seu controle é de extrema importância, tendo em vista sua grande capacidade de disseminar doenças (Criptococose, Histoplasmose, Newcastle e demais encefalites virais).
Nossa atuação ocorre em áreas residenciais, em fábricas do ramo alimentício e portos. Nossa atuação se encontra em consonância com a legislação vigente (IN IBAMA nº 141/2006; RESOLUÇÃO CFMV nº 1.000/2012; RESOLUÇÃO Nº 301/2012; PORTARIA CFBio Nº 148/2012), através de medidas ecológicas que não envolvem o uso de produtos químicos ou contraceptivos. Sendo uma delas o afugentamento/captura através do uso de aves de rapina por técnica de falcoaria (clique aqui pra saber mais sobre falcoaria).
No Brasil contamos com aproximadamente 178 espécies dentre as 18 famílias que compõem a ordem Chiroptera. Considerado um grupo chave para o reflorestamento de áreas degradas e as espécies alvo de controle por serem nativas, são protegidas por meio das legislações : LEI N° 5.197/1967 e LEI Nº 9.605/1998.
Compõem a fauna sinantrópica, pelo fato de serem hospedeiros mais relacionados ao vírus da raiva, algumas espécies formam grandes colônias e se adaptaram muito bem ao meio urbano, se aproveitando de recursos de maneira temporária ou permanente, basicamente oferta de abrigos e alimentos (insetos e frutos).

Contamos com uma equipe técnica capacitada para efetuar o manejo com esses organismos, uma vez que, são excelentes dispersores sementes, polinização de cerca de 2/3 das florestas tropicais do mundo, além do controle biológico de populações de pragas agrícolas.
Enfatizamos que para este grupo, nossos serviços englobam o afugentamento com o uso de Griffin traps, poda de árvores frutíferas, vedação e o processo de limpeza e higienização nas áreas afetadas com excrementos da qual denominamos guano. Cabendo salientar que a utilização de demais medidas, como captura dos espécimes e sua realocação, estará sujeita a demais autorizações.
Procedimento é normatizado pela Instrução Normativa n° 146/2007 & Instrução Normativa n° 179/2008 do Ibama. Nesta, estabeleceram-se uma série de exigências, critérios e padronização de procedimentos relativos à fauna nos licenciamentos ambientais.

Contamos com uma equipe interdsciplinar de biológos e veterinários registrados em seus respectivos conselhos de classe, para execução dessas atividades, que abrange as seguintes etapas:
• Acionamento da equipe técnica/operacional até o local de destino
• Efetuada a captura do espécime (silvestre ou doméstico) em consonância com portaria do CFBIO N°148/2012.
• Realizado o transporte adequado para o respectivo grupo taxonomico (se silvestre com emissão de GTA e ATI-IBAMA, exceto aves).
• Ao chegar, é feito um processo de triagem para que o animal seja encaminhado a uma unidade veterinária.
• Após exames laboratoriais, são acondicionados em recintos para que tenham uma alimentação e suplementação adequada.
• Acompanhados durante todo o processo de tratamento por profissionais habilitados e capacitados.
• Esses animais são reintroduzidos na natureza caso seja silvestre , e os domésticos recebem um lar para adoção.
Devido as intervenções antrópicas causadas, impactarem de forma significativa o meio ambiente, incluindo o fluxo gênico, composição e abundância de diversos táxons que permeiam a região, isso pode também influenciar na chegada de espécies exóticas com potencial de invasão, causando prejuízos as espécies nativas.

Muitas espécies são excelentes bioindicadores, ou seja possuem uma grande sensibilidade a mudanças ambientais e são essenciais para compreensão da qualidade de um ecossistema.
Efetuamos esse serviço com uma equipe de biólogos habilitados e especializados para cada grupo de fauna, a marcação, captura que resulte no monitoramento desses indivíduos será em conformidade com Resolução N°301/2012 e Portaria CFBIO N°148/2012. Abrangendo em seu escopo técnico, as áreas de influência direta (AID), de influência indireta (AII) e as áreas diretamente afetadas (ADA) do empreendimento em questão.
O manejo de fauna na área aeroportuária é essencial para que possa evitar o risco aviário e garantir a segurança operacional, devido ao nível de sua severidade, caso ocorra algum acidente envolvendo a colisão da avifauna local com uma das aeronaves que estejam em processo de pouso, decolagem ou apenas taxiamento.
O ambiente aeroportuário, por possuir extensas áreas com pouca ou nenhuma presença humana e estruturas que forneçam abrigo, torna-se um ambiente propício para dispersão e residência com uma gama de atrativos.

Neste cenário, a ECOLOGIS oferece serviços de manejo de fauna abrangendo um conjunto de soluções ambientais para garantir a segurança aeroportuária, colaborando com a investigação dos focos de atração de fauna no sítio aeroportuário e ASA. A tática de manejo eficiente e que abordamos, são essas as seguintes 3 vias de nosso plano de ação que envolvem:
• Modificação do habitat, identificando e eliminando os focos atrativos
• Técnicas para dispersão da avifauna, como uso de falocaria e repelentes
• Manejo da população residente
Atuação dentro das regulamentações vigentes (RESOLUÇÃO CONAMA Nº 466/2015; LEI Nº 12.725/2012; Instrução Suplementar 164-001/2015; RBAC-ANAC Nº 153 EMENDA Nº07), dentre as nossas entregas, estão:
• CENSO ASA – Realizado a partir do centro geométrico da maior pista do aeródromo, com 20 km (vinte quilômetros) de raio.
• PMFA – Plano de Manejo da Fauna em Aeródromos
• PGRF – Programa de Gerenciamento do Risco de Fauna
• IPF – Identificação do Perigo de Fauna
• ARF – Análise de Risco de Fauna
No setor de manejo de fauna, atuamos com resgate e monitoramento de fauna, atendendo grandes indústrias, centros comerciais e ambientes aeroportuários.
Utilizamos um conjunto de técnicas que permitem o aproveitamento, de forma sustentável e a sua conservação, assumimos nossa responsabilidade junto ao meio ambiente e suas condicionantes, particularmente e em respeito a ODS 15 da ONU (Vida Terrestre).

© ECOLOGIS AMBIENTAL 2024
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